Fundamentos

Comecei a investir depois dos 50

Comecei a investir aos 51, meio que por acaso.

Com os filhos criados, sem faculdade pra pagar, sem prestação de casa ou carro pra pagar, despesas domésticas em ordem, finalmente o mês acabava antes do salário.

Por incrível que pareça me veio à mente a pergunta: "E agora? O que eu faço com esse dinheiro que sobrou??".  Estranho, né? Pois é!

Conversando com minha filha – que já tinha algum conhecimento sobre investimentos – me foi recomendado investir no Tesouro Direto por ser seguro e melhor que Poupança. Seguindo sua recomendação investi no Tesouro.

A partir daí fui procurar entender melhor os tipos de aplicações disponíveis no mercado: quais são, quanto rendem, os riscos envolvidos em cada uma, etc, etc.

 Durante minhas pesquisas, conheci a história de Luiz Barsi – o maior investidor pessoa física do país. Fiquei encantado. Na minha cabeça, até então, investir em ações era pra quem já tem muito dinheiro, pra quem já é milionário.

Sabe quando você ouve no Jornal Nacional “Os investidores da Petrobrás vão receber dividendos extraordinários”? Então, pra mim, “investidores” era sinônimo de pessoa muito rica que iria ficar um pouco mais rica. Nem me passava pela cabeça que uma pessoa comum poderia ser um desses investidores.

A trajetória do Barsi me convenceu que eu estava enganado. Comprei minhas primeiras ações em 2024 e desde então, venho construindo uma carteira sólida focada em renda passiva: dividendos.

Se você pensa em ter uma aposentadoria mais confortável, sem depender somente do INSS, considere investir uma parte dos seus rendimentos. Quanto antes começar, melhor. O tempo e o fator “juros compostos” estão ao seu lado.

 

Sobre o autor

JDSantos é colaborador do Verifica Ações e escreve sobre investimentos, dividendos e análise fundamentalista.


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